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O poder no sangue de Jesus – Silas Malafaia

por Neto Gregório



Assistir a pregação do pastor Silas Malafaia com o tema “O poder no sangue de Jesus”.


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Atitudes – Silas Malafaia

Atitudes – Silas Malafaia

Vitória em Cristo – 17/06/2013

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Vitória em Cristo – 15/06/2013

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Vitória em Cristo – 14/06/2013

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Comentários

  • Georges Edward Alves

    Com todo respeito, acho que o irmão se equivoca ao dizer que Paulo está fazendo menção ao “costume da época”, ou à “cultura local”. Temos que ter em mente que já nas primeiras linhas da carta Paulo já detona a “cultura da época”, com toda a “sabedoria” humana que dela se extrai. Ele não poderia, logo em seguida, tomar como base a cultura, costumes e leis de Corinto!
    Quando diz às mulheres para se calarem e perguntarem aos maridos “em casa”, ele não está sendo machista, mas sim pedindo que se faça tudo com ordem e decência. É semelhante ao que ele diz em relação à ceia (ver cap. 11:34, “Se algum tiver fome, coma em casa, a fim de que não vos reunais para vossa condenação”). Vejamos que ele diz que não apenas as mulheres, mas TODOS devem se calar no culto (pelo menos em determinados momentos):
    - cap. 14, verso 28-30: “…se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. E falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem. Mas se a outro, que estiver sentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro”.
    E ele explica o por quê: (v. 31): “Porque TODOS podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam consolados”. Ora, esse “todos” diz respeito (salvo engano meu) a “todos que têm o dom da profecia”, e isso provavelmente incluía mulheres (possibilidade que Paulo já conhecia desde Atos 21:8,9). Sabe-se também que na Igreja havia várias mulheres que provavelmente estavam entre as pessoas que receberam o dom do espírito em Pentecostes. Eu penso que em Atos 2 todos (e todas) falaram em línguas porque o objetivo de Deus era o testemunho perante os incrédulos, mas na reunião da Igreja (cf. ekklesia) deve haver uma ordem diferente, explicada aos Coríntios.
    Isso está em concordância com o v. 26 de I Co 14: “Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação”. Por isso a necessidade de ordem, e que as mulheres fossem as primeiras a se calar nessa hora (por causa da submissão que Deus ordenara e que ele explica longamente no cap. 11).
    Não é um mandamento específico e localizado para Corinto; pois vemos que no verso anterior ao citado (I Co 14:33) Paulo diz que essa ordem é para TODAS as igrejas (i.e., assembleias, “ekklesia”): “Como em todas as igrejas dos santos” … e aí sim vem o verso 34: “as mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam submissas como também ordena a lei”. Ora, a que lei Paulo se refere? À lei dos homens ou de Deus? Dura lex, sed lex… não devemos espernear nem tentar adaptar a lei de deus, dando um jeitinho, mas… obedecer.
    De mais a mais, irmão, com todo respeito, se abrimos a possibilidade de esse mandamento específico às mulheres ser restrito ao contexto cultural localizado no tempo e no espaço, que diremos de outras ordenanças de Paulo aos de Corinto? Como a ceia, o casamento, a repreensão quanto à imoralidade, etc.? Será que não estariam restritas também àquela congregação? Não caberiam também às outras igrejas locais? Afinal, o contexto é o mesmo: o funcionamento da Igreja. É por causa de “flexibilizações” que hoje em dia já tem até “igreja gay”. Deus nos livre de errarmos!
    Eu creio que a chave é o verso de 14:33 – “como em TODAS as igrejas dos santos”. Assim como a ceia, Paulo “recebeu do Senhor o que também nos entregou” (cap. 11:23).